terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

CONCURSO NACIONAL DE LEITURA 2018 - SEGUNDO MOMENTO

Os alunos vencedores do primeiro momento vão, agora, ler os livros selecionados para o segundo momento que irá acontecer na Biblioteca Municipal Renato Araújo, no dia 9 de abril. Assim, o júri selecionou os seguintes livros:
1ºciclo
O lápis mágico de Malala, Malala Yousafzai
Malala é uma menina que deseja um mundo melhor.
Quando Malala era ainda uma criança, no Paquistão, desejava ter um lápis mágico para desenhar uma fechadura na porta do seu quarto para que os irmãos não a incomodassem e para parar o tempo, e assim poder dormir mais uma hora todas as manhãs.
Mas Malala cresceu e o mundo mudou, bem como os seus desejos. Em vez de um lápis mágico, Malala usa agora um lápis bem real para escrever. E os seus desejos começaram a realizar-se.
«Uma criança, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo.»


2ºciclo
Histórias de Bichos, Margarida Negrais

"Por que motivo nos encantam os animais quando deles fazemos personagens humanas? Não sabemos. Todavia, desde sempre a língua realizou o milagre do faz-de-conta, da criação de mundos alternativos àquele onde vivemos: sem esquinas, mais suaves, mais empolgantes, mais apetecidos para aí vivermos o que no mundo real já se torna impossível…"


3º ciclo
Os livros que devoraram o meu pai, Afonso Cruz

"Vivaldo Bonfim é um escriturário entediado que leva romances e novelas para a repartição de finanças onde está empregado. Um dia, enquanto finge trabalhar, perde-se na leitura e desaparece deste mundo.
Esta é a sua verdadeira história - contada na primeira pessoa pelo filho, Elias Bonfim, que irá à procura do seu pai, percorrendo clássicos da literatura cheios de assassinos, paixões devastadoras, feras e outros perigos feitos de letras."


Secundário
A bibliotecária de Auschwitz, Antonio G. Iturbe

"Auschwitz-Birkenau, o campo do horror, infernal, o mais mortífero e implacável. E uma jovem que teima em devolver a esperança. Sobre a lama negra de Auschwitz, que tudo engole, Fredy Hirsch ergueu uma escola. Num lugar onde os livros são proibidos, a jovem Dita esconde debaixo do vestido os frágeis volumes da biblioteca pública mais pequena, recôndita e clandestina que jamais existiu. No meio do horror, Dita dá-nos uma maravilhosa lição de coragem: não se rende e nunca perde a vontade de viver nem de ler porque, mesmo naquele terrível campo de extermínio nazi, «abrir um livro é como entrar para um comboio que nos leva de férias»."

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